23.7.12

Steampunk Adventures

Um novo evento em São Paulo inspirado no gênero literário e artístico favorito deste blog está marcado para o próximo dia 25 de agosto. O Steampunk Adventure vai reunir DJs, perfomances, declamações de poesias, moda, gastronomia em um endereço privilegiado da capital paulista: a rua da Consolação, nos Jardins. Iniciativa do grande nome da moda steamer em nosso país, Lili Angélika, o evento pretende atrair frequentadores da cena gótica da maior metrópole brasileira. Confiram neste endereço todas as informações  sobre o assunto e abaixo confiram a imagem de um dos flyers que estão circulando pra promover a festa.


21.7.12

Sherlock Returns

Recentemente escrevi sobre o segundo livro da série Jovem Sherlock Holmes, do inglês Andrew Lane, que narra pela primeira vez, e de maneira oficialmente aceita pelos guardiões do espólio do personagem, o período de formação do maior detetive de todos os tempos. Tais romances juvenis não são a única iniciativa em andamento com o objetivo de ampliar o que sabemos sobra a imortal criação de Sir Arthur Conan Doyle. Por indicação de um de meus editores na primeira coletânea nacional sobre Holmes, escrevi para o ótimo Amálgama uma resenha sobre a obra de outro escritor que conseguiu a mesma autorização para dar continuidade ao Cânone. Anthony Horowitz é o segundo escritor da Inglaterra a receber tal honraria que fez por merecer com seu livro A Casa da Seda, publicado no Brasil pela Zahar. Logo abaixo, os leitores desta página podem conferir o início de minha crítica a este novo romance de Sherlock Holmes.




No conto “A ponte de Thor”, John H. Watson revela que “em algum ponto das abóbadas do banco Cox & Cia., na Charing Cross, existe uma caixa de estanho com vários documentos” relacionados a seu amigo de toda uma vida. Seriam casos que, por um motivo ou outro, jamais deveriam vir a público na forma de um texto escrito pelo biógrafo do gênio de Baker Street. Publicada originalmente na edição de Strand Magazine de fevereiro/março de 1922, aquela história curta interessa particularmente aos brasileiros por nos dar a oportunidade de vermos o Grande Detetive investigando a morte de uma compatriota nossa, uma certa Maria Pinto, casada com um milionário americano e morando em um vilarejo inglês. Já para os apreciadores em geral das histórias criadas por Arthur Conan Doyle (1859-1930), a narrativa tem esse sabor extra de tornar oficial o desejo de muitos leitores: o de que houvesse novas aventuras da dupla para além do chamado Cânone, formado pelos quatro romances e 56 contos oficialmente aceitos como sendo casos de Sherlock Holmes. Passados mais de 80 anos da morte do autor original daqueles personagens, eis que um dos famosos documentos daquela caixa de estanho vieram a público na forma de um novo livro, ficcionalmente escrito por Watson, mas na realidade assinado por um continuador do Cânone, Anthony Horowitz.

 Anunciado como “o novo romance de Sherlock Holmes” na capa, A casa da seda conta mesmo com a aprovação oficial da Conan Doyle Estate Ltda., a entidade que protege os direitos do autor principalmente nos países nos quais a obra dele ainda não esteja em domínio público. Horowitz, um premiado escritor e roteirista de seriados policiais para a TV, junta-se assim a Andrew Lane, autor da série de livros Young Sherlock Holmes, que vem sendo publicada no Brasil pela Intrínseca, como os únicos privilegiados a obter a autorização oficial para dar continuidade ao legado de uma das maiores e mais famosas criações literárias de todos os tempos. Porém, o trabalho visto neste romance é ainda mais ambicioso que o da série de livros juvenis de Lane, pois ele pretende mesmo ser um acréscimo sem arestas ao conjunto da obra que, entre Um estudo em vermelho, de 1887, e o conto “O velho solar de Shoscombe”, de 1927, registrou a passagem de Sherlock Holmes como detetive consultor em Londres.

Continua

20.7.12

Homem de Ferro dieselpunk

Resenha nova no site UniversoHQ, e mais uma vez volto a uma de minhas séries favoritas dentro do que a Marvel anda produzindo nos últimos anos. Em seu universo Noir, a editora americana tem publicado versões de seus mais famosos personagens como se eles fossem ativos durantes os anos da Grande Depressão, a década de trinta do século vinte. Na ambientação clássica dos filmes noir, alguns dos seus super-heróis vivem histórias com teor mais realista e pessimista, dando origem a abordagens inéditas para velhos conhecidos nossos.

O protagonista da vez é a atual estrela da editora, cada vez rendendo mais lucro e exposição devido às aventuras vividas no cinema com encarnação do ótimo Robert Downey Jr. Homem de Ferro Noir, de Scott Snyder e Manuel Garcia, é também o mais retrofuturista dos projetos dessa linha de HQs, com Tony Stark e seu amigo James Rhodes indo para o campo de batalha com armaduras que são perfeitos exemplos do que seria um produto dieselpunk. Abaixo, os leitores do Cidade Phantástica poderão ver o início do texto:




Gênio, playboy, bilionário, filantropo. A famosa resposta atravessada que Tony Stark dá ao Capitão América no filme Os Vingadores também poderia servir para defini-lo nesta sua versão Noir, com uma única diferença: ele continua sendo um gênio, sem dúvida, e está mais playboy do que nunca.

 Pelo visto, também continua com investimentos filantrópicos. Por exemplo, financiando um mestrado em jornalismo para mulheres. Porém, nos anos 30 do Século 20, quando se passa a história, seria exagerado chamá-lo de bilionário.

 A diversão do milionário Tony Stark é se aventurar em diversos cenários exóticos do mundo, em busca de tesouros escondidos, indiferente à guerra mundial que se avizinha. Do conflito com os nazistas do qual seu país logo fará parte, ele só quer saber dos lucros obtidos vendendo armamento para os Aliados.

 Preocupações heroicas não são o que movem a personalidade daquele que parece ser o assunto único da revista Marvels - As aventuras dos grandes homens. Secretamente, o que ele busca é uma cura, seja científica ou mística, para o problema que carrega literalmente dentro do peito: uma grave doença cardíaca que exige intervenção de um mecanismo à base de eletricidade.

 Com este perfil, a última coisa que esperava era ter de usar as armaduras projetadas por seu pai, o veterano da Primeira Guerra Mundial e já falecido Howard Stark. Porém, os rumos que suas aventuras tomam atraem sujeitos que só poderão ser detidos por algo que pode ser descrito como um tanque de guerra sobre duas pernas.

Continua

17.7.12

Sherlock Begins 2

No segundo livro da série O Jovem Sherlock Holmes é fácil perceber que seu autor planeja mesmo consolidar uma fórmula em sua interpretação para os anos de formação do personagem criado por Conan Doyle. O também inglês Andrew Lane em Parasita Vermelho retoma os itens lançados no livro anterior, igualmente lançado no Brasil pela editora Intrínseca e resenhado aqui. Basicamente o escritor procura mostrar eventos definidores que despertam o interesse do futuro Grande Detetive enquanto o lança em aventuras cheias de ação durante a adolescência. Nesta oportunidade, temos a chance de assistir aos primeiros acordes que ele tira de um violino, durante uma travessia de navio a vapor entre Inglaterra e os Estados Unidos, acompanhado de seu tutor americano e da filha dele, Amyus e Virginia Crowe, na tentativa de resgatar o primeiro grande amigo do garoto, um pré-Watson chamado Matty Arnatt.

Nas cenas de aprendizagem de Holmes estão os melhores momentos da série. O ponto alto mesmo é quando o rapaz, aos 14 anos, tem que lidar com fato de que algumas de suas ações são diretamente responsáveis pela morte de outras pessoas, uma lição aprendida bem cedo por ele. O ambiente em que se dá tal lição na prática é a sala da caldeira do navio transatlântico em que eles viajam, que ganha ares de uma verdadeira locação do inferno na descrição hábil de Lane. É a melhor passagem da série até o momento, superando tudo o que foi visto em Nuvem da Morte, o tomo anterior, e dando uma boa expectativa em relação a Gelo Negro, a continuação já anunciada e com direito a prévia nas páginas finais deste volume.

Agora, os problemas em tal fórmula persistem. Novamente o plano do vilão da vez é algo esdrúxulo além da conta (por sinal, como no romance anterior, o autor voltou a caprichar nas esquisitices físicas e psicológicas do principal antagonista). O tutor de Holmes também persiste nas páginas do novo livro como um ótimo professor teórico, mas uma negação na prática, restando ao aluno a totalidade das ações que fazem a trama seguir em frente, sem uma assistência a altura do adulto que Mycroft deixou responsável por seu irmão caçula. Algumas dessas ações de Holmes acabam resultando em algo bem inverossímil, mais adequadas às necessidades do autor, deixando um ar meio forçado no enredo. Fruto da verdadeira overdose de cliffhangers que abundam a cada virada de capítulo, sempre tendo o jovem Sherlock como protagonista, eclipsando todo o elenco secundário.

Ainda assim, é uma série que está valendo a pena acompanhar e que, não à toa, recebeu autorização oficial dos herdeiros para narrar essa fase da vida do personagem que não foi explorada por seu criador originalmente. Ainda esta semana deverá sair uma nova resenha minha de um outro romance que também foi  agraciado com tal honraria: A Casa da Seda. Mas o livro de Anthony Horowitz foca na fase madura do detetive consultor de Baker Street. Em breve divulgo o texto por aqui.


15.7.12

A primeira coletânea steamypunk

Da mesma organizadora da bem-sucedida antologia Steampink, vem aí a primeira coletânea dedicada ao subgênero erótico do steampunk. Erótica Steampunk é uma inciativa da editora Ornitorrinco em parceria com Tatiana Ruiz. Confiram a capa:



As regras para participação desta nova iniciativa steamer podem ser lidas neste endereço no Facebook.

Por falar em novidade...

...o Nahuel aprontou novamente:


14.7.12

Tem novidade a caminho...

...aguardem.



Por José Mathias.

25.6.12

Almanaque SteamLusitano clama por contribuições!

Enquanto o Comendador Martins está as voltas com um indigesto problema para voltar ao éter virtual que compartilhamos, eu, a Imperatriz de Finisterra e Soberana do Grande Continente, consegui dispor de tempo entre meus afazeres e atualizar este nosso vaporoso sítio.

(Ou: gente, o Romeu sumiu por problemas de conexão, eu vou dar umas atualizadas aqui por enquanto, ok?)

Um chamado nos chega de Portugal, dos colegas de steamvício do ClockWork Portugal. Aproveitando que os integrantes do site estarão organizando a parte portuguesa da EuroSteamCon, resolveram celebrar com a publicação de um legítimo almanaque!

Lá no site, eles explicam que o Almanaque Steampunk terá inspiração nos antigos almanaques tão em voga nos séculos XIX e XX (em Portugal, temos o Almanaque Bertrand;e o Almanaque Lello). O conteúdo destas publicações era bastante abrangente, portanto podem participar com narrações de viagens, acontecimentos insólitos, artigos científicos e sobre eventos sociais, e claro, anúncios a todo o tipo de objectos e serviços." Aqui no Brasil também tivemos exemplos desse tipo de publicações. Um dos mais populares entre os historiadores é o Almanak Laemmert - que está todinho digitalizado aqui, olha que delícia. (Tenho esse link nos favoritos deste 2002...)

Os nossos colegas d'além mar estão procurando todo o tipo de texto que era possível de ser encontrado nos Almanaques até o dia 15 de agosto. Pelo que li no regulamento, não há restrição a participantes brasileiros. Só espero que o Rogério Ribeiro não venha cá cortar o meu barato.

Link para a postagem no Clockwork Portugal, onde vocês encontram o regulamento.

22.6.12

Virei personagem de quadrinhos!

O grande Tiburcio, responsável pela bela imagem que adorna o topo desta página e pela primeira versão em desenho de João Fumaça, é também o autor da minha webtira favorita. Pois não é que em Meu Monarca Favorito o veterano ilustrador e quadrinista me fez realizar um sonho de infância? Virei personagem de uma história em quadrinhos! 

Explico é que em sua tira, ele está promovendo um verdadeiro espetáculo cultural: Tiburcio vai publicar pelas próximas atualizações uma apresentação operística que será assistida não só pelo Monarca do Império como também por vários convidados. Entre os afortunados presentes à estreia de O Curumim está este blogueiro que vos bloga (reparem na minha cara feliz e em roupa de gala no quarto quadrinho desta tira, aliás, estou ao lado da minha colega da Sociedade Histórica Desterrense, Pauline Kisner, namorada do quadrinista que adapta Cidade Phantástica para forma de graphic novel, Sandro Zamboni).

 Tiburcio já me avisou que minha presença na tira vai continuar pelas próximas postagens e que terei direito até mesmo a uma fala! Garanto para vocês que fiquei muito contente com essa novidade, é mesmo muito bacana virar personagem na mídia da qual você mais gosta. Vamos acompanhar esta aventura cultural, que além dos desenhos do grande Tiburcio, conta com os versos de André Lasak



19.6.12

HQ, Sangrenta HQ 2

Mais novidades sobre a HQ que estou fazendo em parceria com Victor Conceição que adapta o conto "Domingo, Sangrento Domingo" presente na coletânea Cursed City - Onde as almas não têm valor. Além de descrever alguns detalhes do processo de produção dos quadrinhos em seu blog, principalmente no que diz respeito à sua escolha pelo uso de retículas no material, o desenhista ainda fez um excelente teaser de nossa história, confiram abaixo, diretamente da página dele no Facebook

Não sei vocês, mas fiquei com vontade de ter uma escultura reproduzindo esta cena em minha estante! Ainda é cedo para confirmar, mas talvez esta linda ilustração vá parar numa revista do mesmo gênero que nossa weird west. Fiquem na torcida, camaradas!

18.6.12

Terrorismo na Solarpunk

O post vai ter que ser rápido por motivos técnicos: estou sem conexão em casa desde o último final de semana. Então, nem pude comemorar como gostaria a notícia de que fui um dos selecionados para a coletânea Solarpunk, que fecha um ciclo com as anteriores Vaporpunk e Dieselpunk, da mesma editora, todas contando com organização de Gerson Lodi-Ribeiro. Os motivos para minha satisfação são muitos, afinal esta trilogia é um sucesso na história recente da literatura especulativa nacional, contando sempre com textos de primeira qualidade de autores nacionais e portugueses. Desde que fiquei sabendo da primeira das coletâneas, a steamer de 2010, tive vontade de participar. Cheguei a ter uma ideia para a de dieselpunk, do ano seguinte, mas não tive tempo para escrevê-la e enviar. Estarei presente agora, na greenpunk que fecha a tríade.

E o conto que enviei para concorrer à vaga é um dos primeiros que escrevi, na realidade, faz parte das histórias dos Terroristas da Conspiração, ainda que sua trama deve ser suficientemente autônoma para poder ser lida por quem não conhece os demais contos daquele meu grupo. Agora, para quem conhece as tais histórias dos subordinados do Sr. Neves deve imaginar que meu texto, agora recauchutado e reescrito para o livro, não segue um dos preceitos estabelecidos pela organização da antologia: o de trazer textos com um viés de otimismo. Mesmo em tempos de Rio+20, não sou exatamente um otimista em relação a temas ligados a meio ambiente, economia e etc. Mas "E atenção: notícia urgente" é minha narrativa que mais se aproxima da ideia clássica da ficção científica como uma literatura especulando possibilidades reais dentro dos conhecimentos científicos, uma extrapolação dentro do real. Espero que gostem e que esteja à altura dos demais selecionados, que reposto abaixo a partir da informação do blog da Editora:


"Soylent Green is People!" (Carlos Orsi Martinho);
 "Confronto dos Reinos" (Telmo Marçal - Portugal);
"E Atenção: Notícia Urgente!" (Romeu Martins);
"Era uma Vez um Mundo" (Antonio Luiz M.C. Costa);
"Fuga" (Gabriel Cantareira); "Gary Johnson" (Daniel Dutra);
 "Xibalba Sonha com o Oeste" (André Soares Silva);
"Sol no Coração" (Roberta Spindler);
e "Azul Cobalto e o Enigma" (Gerson Lodi-Ribeiro).

5.6.12

Epopeia lunar

Adaptações em quadrinhos de obras clássicas da literatura se tornaram um grande filão de nosso mercado editorial, visando principalmente o público que frequente as salas de aula. Mas um projeto sobre o qual fiquei sabendo apenas recentemente inova não apenas pelo potencial retrofuturista contido nele como também por se propor a reconstruir livremente ao mesmo tempo uma gama de trabalhos literários e do  cinema que têm em comum a conquista de nosso satélite natural. O autor do projeto é conhecido deste blog, o quadrinista Estevão Ribeiro, sobre quem já comentei outros trabalhos com viés steampunk, e o projeto em voga é a graphic novel Da Terra  à Lua.


Como podemos ver na arte acima, a ideia deste álbum não é apenas adaptar livremente o livro homônimo de Jules Verne (e sua continuação, Ao redor da Lua). A proposta do quadrinista é também incorporar elementos de outro livro do outro pai da ficção científica, Os primeiros homens na Lua, de H. G. Wells, e também do filme pioneiro da história do cinema, Viagem à Lua, de George Mélies. A ser lançado por um dos selos da editora Ediouro, com apresentação do escritor Gerson Lodi-Ribeiro, este novo empreendimento de Estevão Ribeiro tem tudo para abrir novos conceitos em termos de adaptações quadrinísticas.

4.6.12

Avante, Vingadores

Estou muito feliz com a notícia que recebi agora à tarde: um conto meu foi selecionado para um livro do qual gostaria muito de participar, a primeira coletânea nacional inteiramente inspirada pelos chamados super-heróis. Foi a primeira vez que submeti um texto meu à apreciação daquele que é um dos maior organizadores de antologias do país, Gerson Lodi-Ribeiro, no caso, em parceria com Luiz Filipe Vasquez, para a editora Draco. Pelo que vi no post que reproduzo abaixo, "Edição de Colecionador" vai estar em ótima companhia:


Olá, pessoal, enfim revelados os autores que farão parte da Liga da Justiça vingadora, a antologia "Super-heróis"
 Foram 14 submissões aprovadas.
 97 trabalhos não aproveitados
 12 autores + 2 autoras. 11 brasileiros + 3 portugueses.
 Alguns dos melhores trabalhos que não foram aproveitados para a antologia poderão sair na Contos do Dragão , os nossos e-books no formato single, os autores já estão sendo contatados.
 Confira o time:
 “Edição de Colecionador” (Romeu Martins);
“Novo Herói na Cidade” (Alex Ricardo Parolin);
 “Ascensão e Cancelamento do Mais Infame Supergrupo de Heróis da Terra” (Pedro Vieira);
“Roda-Viva” (Gustavo Vícola);
 “O Dia de Todas as Provas” (João Rogaciano);
“Herói das Urnas” (Roberta Splinder);
 “O Doutor e o Monstro” (Gerson Lodi-Ribeiro);
 “A Última Aventura do Pardal Mecânico” (Dennis Vinicius);
“O Grande Golias” (Luiz Felipe Vasques);
“Pela Terceira Idade” (Inês Montenegro);
 “Sete Horas” (Gian Danton);
“Barlavento 1807” (Vitor Vitali);
 “A Verdade sobre Raio Vermelho, uma Biografia” (Lucas L. Rocha);
e “Jaya e o Enigma de Pala” (Antonio Luiz M.C. Costa).
 Comente aqui, no Facebook ou no twitter o que achou. Agradecemos a todos que participaram, foi um trabalho para Super-homem nenhum botar defeito.

Parabéns a todos os colegas, lusos e brazucas, dessa liga de supers!