Eu ando mais estressado do que me dou conta este mês. Fiz o post anterior sobre as versões já existentes do João Fumaça e fui me esquecer justamente de uma das maiores honrarias que recebi ano passado! Explico: em 2011 fui convidado a dar uma palestra, ao lado de Fábio Fernandes, na HQCon, o maior evento de cultura pop nerd de Santa Catarina. Assim como todos os palestrantes, recebi como troféu pela participação uma toy art exclusiva e individualizada. E adivinhem qual foi o tema da minha?
Ele mesmo, João Fumaça, customizado por meu chapa Kayuá Waszak, da loja Universo Colecionáveis e com quem tenho um outro projeto de quadrinhos. Desculpem este meu lapso e o registro está orgulhosamente feito aqui.
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28.2.12
A Liga dos Joões Fumaça 2
25.5.11
Não entrem em pânico, steamers
Hoje, 25 de maio, é o dia do Orgulho Nerd, também conhecido como Dia da Toalha. Para comemorar a data, encontrei o item abaixo neste fórum:
17.10.10
Decoração steampunk
Esta dica eu peguei via twitter da pesquisadora Adriana Amaral: um artista plástico encontrou o mais inusitado dos usos para minas explosivas de uma base militar russa desativada. Mati Karmin, da Estônia, transformou o que eram artefatos mortais em objetos de decoração com uma estética na fronteira entre o steampunk e o dieselpunk. Leia abaixo como o blogueiro André Montejorge descreveu o trabalho do artista e veja algumas das fotos que ele publicou neste endereço.
Sabe o que se faz com velhas minas que restaram em uma antiga instalação secreta dos russos?! Pergunte ao artista da Estônia, Mati Karmin, que ele tem um monte de opções! Explico! Com o abandono da base russa na ilha de Naissaar, no Golfo da Finlândia (e próxima a casa do artista), muitas e muitas minas (sem explosivos, claro) ficaram ao relento. Resultado: Mati passou a utilizá-las como matéria-prima para os mais variados objetos. De fantásticas lareiras a inacreditáveis carrinhos de bebê, o que antes servia para destruir e estava fadado a virar sucata, hoje virou incríveis mobiliários.
24.4.10
Victorian Organ Command Desk
A dica veio do meu chapa Gabriel Rocha, colega de Gárgula, O Malaco e Marca Diabo: o verborrágico jornalista Alexandre Matias havia postado material sobre steampunk em seu blog Trabalho Sujo, que faz parte do coletivo O Esquema. Primeiro ele fez um comentário rápido e exibiu um trailer de um filme que está prestes a ser lançado. Com o título "Se a volta de Indiana Jones não valeu...", Matias complementou: "Tentemos a adaptação do quadrinho proto-steampunk Les Aventures Extraordinaires d’Adèle Blanc-Sec, de Jacques Tardi, para o cinema. Cortesia de Luc Besson". Mas o que chamou a atenção do Gabriel foi o post seguinte, no qual o blogueiro publicava fotos impressionantes como a que segue:
Este é o Victorian Organ Command Desk, um projeto de computador em estilo vitoriano totalmente funcional de autoria de Bruce Rosenbaum. Alexandre Matias pescou as imagens no site The Steampunk Workshop, de alguém já citado por aqui, na ocasião em que traduzi uma reportagem do jornal El País: o americano Jake Von Slatt. Nos endereços linkados neste texto, os leitores poderão ver mais detalhes dessa maravilha steamer. Deixo vocês com o detalhe que achei o mais bem sacado dessa criação de Mr. Rosenbaum.
A webcam. Sorri. Estás sendo cinedaguerreotipado.
Este é o Victorian Organ Command Desk, um projeto de computador em estilo vitoriano totalmente funcional de autoria de Bruce Rosenbaum. Alexandre Matias pescou as imagens no site The Steampunk Workshop, de alguém já citado por aqui, na ocasião em que traduzi uma reportagem do jornal El País: o americano Jake Von Slatt. Nos endereços linkados neste texto, os leitores poderão ver mais detalhes dessa maravilha steamer. Deixo vocês com o detalhe que achei o mais bem sacado dessa criação de Mr. Rosenbaum.
A webcam. Sorri. Estás sendo cinedaguerreotipado.
21.7.09
Novo desafio de minicontos
Tom Banwell ataca novamente. O artista plástico que lançou um desafio do qual participei e me valeu a publicação de um miniconto chamado "Amazon Underground" em seu blog finalizou um novo capacete e lançou outro concurso.
A peça agora levou o nome provisório de Defender e é uma beleza:

O californiano caprichou ainda mais desta vez, concordam?

Novamente, a ideia é contar em um texto sobre este capacete, quem é seu dono, para que ele serve, enfim, criar um histórico para o artefato de Banwell.

O limite do texto é de 700 palavras, o prazo de entrega é no dia 11 de agosto.

Quem for o escolhido do artista plástico, vai levar US$ 75 para gastar em um dos artigos à venda na loja on line dele.

Os interessados podem encontrar mais informações neste post. Da última vez foram três brasileiros participando, contando com Ludimila Hashimoto que me garantiu uma tradução de primeira. Espero que novamente haja minicontos nossos conterrâneos na disputa. Boa sorte a todos!
A peça agora levou o nome provisório de Defender e é uma beleza:

O californiano caprichou ainda mais desta vez, concordam?

Novamente, a ideia é contar em um texto sobre este capacete, quem é seu dono, para que ele serve, enfim, criar um histórico para o artefato de Banwell.

O limite do texto é de 700 palavras, o prazo de entrega é no dia 11 de agosto.

Quem for o escolhido do artista plástico, vai levar US$ 75 para gastar em um dos artigos à venda na loja on line dele.

Os interessados podem encontrar mais informações neste post. Da última vez foram três brasileiros participando, contando com Ludimila Hashimoto que me garantiu uma tradução de primeira. Espero que novamente haja minicontos nossos conterrâneos na disputa. Boa sorte a todos!
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