Por volta das 16 horas do último dia 4, umas figuras incomuns marcavam presença na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. As moças ostentavam espartilho, saia longa e acessórios de aspecto envelhecido. Os rapazes, colete, relógio de bolso e óculos paramentados. Atraíam os olhares e comentários como “Eles são de alguma peça de teatro?”. Não, não eram. Tratava-se de steampunks, fãs da literatura e do visual do século XIX que prestigiavam um bate-papo sobre o tema. “Só nos vestimos assim para ir a saraus ou reuniões, mas dá para incorporar peças como o colete e o chapéu no dia a dia”, afirma o estudante Carlos Eduardo Felippe, de 22 anos, um dos líderes do movimento em São Paulo, que costuma garimpar suas roupas em brechós. “É difícil ser steampunk num país tropical.” Continua
11.9.10
Steamers na Veja SP
Uma repórter da edição regional paulista da Veja flagrou alguns membros do Conselho Steampunk em um evento na cidade. Era o lançamento da coletânea Vaporpunk, que, por sinal, chegou ontem aqui em casa, furou a fila e deve ser resenhada brevemente por aqui. Confira abaixo a foto e o início da matéria.
10.9.10
Novo projeto de HQ steampunk 3
Não perca as contas. Primeiro, apresentei o projeto de Estevão Ribeiro e Dandi, de uma nova obra em quadrinhos steamer, com o esboço da personagem Nicolette Thierry, uma francesa; depois foi a vez da irlandesa Theodora McCann. Agora, vou mostrar o trabalho da ilustradora com outra protagonista, esta uma compatriota nossa. Abaixo, além do desenho de Dandi, alguns novos detalhes da série, que temporariamente atende pela misteriosa sigla D.S.X.A.G., e de seus bastidores descritos por Estevão Ribeiro.
Maria João Barcelos – 25 anos, Paulista enviada para o distrito de “D_______ S________” para aprender a ser uma dama pelos seus pais, criadores de gado em São Paulo. Sua perícia com pistolas, cavalos e laços, além do seu estilo embrutecido a deu o título de xerife da cidade.
Dandi está usando referências dos uniformes da guerra civil americana, mas também está estudando alguns uniformes brasileiros.
Maria é a única brasileira na cidade-título da história, que se passa em Londres...
Poesia e vapor
Não é sempre que eu tenho a oportunidade de acrescentar um novo marcador na lista ao lado (agora o direito, com o remodelado design do blog). Isso acontece, geralmente, quando aparece alguma manifestação cultural ligada à cultura steamer da qual eu ainda não havia falado por aqui. É o caso agora, já que um evento que vai ser realizado em Paranapiacaba, distrito de Santo André, na Grande São Paulo, vai unir steampunk e poesia. O sarau Noite dos Poetas Malditos está marcado para o dia 26 de setembro, com uma programação que presta homenagem a Rimbaud, Augusto dos Anjos, Edgar Allan Poe e vai contar com a participação do Conselho Steampunk de São Paulo. Para mais detalhes, deixo vocês com o link do site da criadora do convite abaixo, Lady Bigby, esposa do meu caro confrade Cândido Ruiz, e também responsável pelas melhorias estéticas neste blog que vocês estão lendo.
8.9.10
Relembrando o Mini-João Fumaça
Setembro começou agitado por aqui, com remodelação visual no blog e um encontro vitoriano interestadual que aconteceu neste feriadão da Independência, reunindo catarinenses e paranaenses em um picnic de confraternização em Florianópolis. Assim que eu souber de fotos e de relatos sobre o encontro do Sete de Setembro, destacarei por aqui. Mas por enquanto este post é para relembrar o sorteio que este blog está promovendo com o pessoal do Superfakes.
Como eu sou um blogueiro tagarela, a postagem original já saiu da home, então pensei neste lembrete aqui, com direito a uma nova foto da miniatura do protagonista de "Cidade Phantástica":
O sorteio será no dia 25 de setembro e para participar é só deixar um comentário naquele post e, caso tenha acesso ao twitter, postar a seguinte mensagem por lá:
Todo mundo que comentar, vira um papelzinho que poderá ser tirado de dentro do meu chapéu para levar o bigodudo acima. Boa sorte a todos!
Como eu sou um blogueiro tagarela, a postagem original já saiu da home, então pensei neste lembrete aqui, com direito a uma nova foto da miniatura do protagonista de "Cidade Phantástica":
O sorteio será no dia 25 de setembro e para participar é só deixar um comentário naquele post e, caso tenha acesso ao twitter, postar a seguinte mensagem por lá:
Para ganhar o @superfakes que o @romeumartins está sorteando, dê RT e deixe um comentário com sua identificação aqui http://bit.ly/bPSoeM
Todo mundo que comentar, vira um papelzinho que poderá ser tirado de dentro do meu chapéu para levar o bigodudo acima. Boa sorte a todos!
6.9.10
Novo projeto de HQ steampunk 2
E para estrear a fase nova do blog com pé direito, vamos a uma imagem exclusiva! Lembram-se que comentei sobre o projeto de quadrinhos steamer de Estevão Ribeiro e Dandi no final do mês passado? Pois o roteirista acaba de me enviar o esboço de uma nova personagem que a desenhista acaba de concluir. Vejam só:
Linda, não? E quem é ela? Estevão Ribeiro explica: "O nome da personagem é Theodora McCann, tem 18 anos e é irlandesa. Junto com Nicolette Thierry, desenvolve armas - e as testa!"
Linda, não? E quem é ela? Estevão Ribeiro explica: "O nome da personagem é Theodora McCann, tem 18 anos e é irlandesa. Junto com Nicolette Thierry, desenvolve armas - e as testa!"
Visual novo!
Sou um sujeito sortudo! Estava eu me preparando para o piquenique imperial de amanhã, em Floripa, enquanto, sem eu nem mesmo saber, estavam tramando sobre o futuro deste meu humilde edifício em uma conspiração intercontinental. Graças a dupla de programadores e estimados apreciadores do vapor Lady Bigby e Mad Hatter - ele em São Paulo, ela na Espanha - está tudo novo por aqui, com um visual ainda mais caprichado e personalizado. Lá em cima, como vocês podem perceber, mantivemos o cabeçalho criado pelo Tiburcio, novidade implantada na última reforma deste prédio. Quanto às inovações de agora... bem, eu vou descobrindo conforme seguir postando. Brigadão, Lady Bigby, brigadão, Mad Hatter! Vocês, literalmente, fizeram meu dia!
3.9.10
A musa e o porta-voz
Ela foi declarada a musa do steampunk por este blog; ele foi considerado o porta-voz para a subcultura steampunk brasileira pela Steampunk Magazine. Ambos se encontraram agora em uma entrevista publicada no site do Conselho Steampunk. O material faz parte de uma matéria que está sendo produzida para uma publicação experimental da faculdade de jornalismo da Cásper Líbero. Também acabo de ser entrevistado e assim que souber de novidades, aviso por aqui. Mas antes, fiquem com trechos da conversa entre Lidia Zuin e Bruno Accioly, lembrando que para ter acesso à íntegra, basta clicar aqui:
Por que o Steampunk está dando tão certo hoje, tanto no Brasil quanto no mundo?
O SteamPunk parecia fenecer em todo mundo, como qualquer gênero/movimento que alcança em dado momento um ápice de popularidade e cujos únicos remanescentes acabam sendo os verdadeiros entusiastas que apreciam-no para além das tendências e da moda. De dois anos para cá, o fascínio exercido pelo SteamPunk pareceu ganhar fôlego, talvez devido ao gênero estar alcançando uma maturidade e se estabelecendo como algo que veio para ficar.
Há muitos aspectos do SteamPunk que podem estar contribuindo para isso, mas cito aqui apenas cinco que considero mais importantes.
a) Fascínio – O fascínio exercido pela ficção científica em crianças, jovens e adultos é um fenômeno bastante conhecido. Isso se dá graças ao componente fantástico presente no gênero e no devir de explicação que viabiliza esta fantasia através ciência e tecnologia.
O SteamPunk revisita os primórdios da ficção científica e tenta, através de seus meios e sua proposta estilística, produzir FC, hoje, nos moldes da FC do Século XIX, enriquecendo dramaturgicamente seu teor e transportando o público para uma época que jamais existiu;
b) Semelhança – A obra legitimamente SteamPunk literária, cinematográfica ou de qualquer outra forma de expressão costuma permanecer em dois grandes subgrupos: o SteamPunk Nostálgico e o SteamPunk Melancólico. O primeiro traz uma visão otimista e entusiasmada das conquistas científico-tecnológicas e o segundo uma abordagem crítica acerca de um Século XIX onde a utilização indiscriminada de recursos naturais, a desigualdade social e a relatividade moral representavam um grande problema. Ambas as abordagens remetem diretamente ao mundo em que estamos vivendo, de grande evolução tecnológica e degradação da ética e do moral.
c) Marginalidade – O termo que aplico aqui tem relação com a porção Punk que coincidentemente se imiscuiu na etimologia da palavra e que acabou fazendo sentido por força de quem é entusiasta do gênero.
De alguma forma, o SteamPunk herdou – juntamente com estas últimas quatro letras – alguma porção da rebeldia presente no CyberPunk, este intencionalmente marginal. A marginalidade do SteamPunk está presente, creio, na ausência de um produto ao qual atrelar o gênero (como é o caso de Star Wars ou Star Trek, quando falamos do gênero space opera). O SteamPunk não tem dono e não é uma franquia, mas está presente também na produção individual de moda, acessórios e cultura através de seus entusiastas, que preferem fazer a comprar aquilo que usam – fazendo referência ao movimento político conhecido como Anarquismo, o qual acaba sendo objetivamente tão pouco conhecido pelo cidadão comum.
d) Cultura – Por ser um movimento originado em um subgênero literário, o SteamPunk já traz a reboque todo um zeitgeist, todo o espírito marginal, fascinante e familiar de uma era na qual muitos pressentem que algo está errado e que é preciso buscar no passado os erros que talvez tenhamos cometido e, de alguma forma corrigi-los ou denunciá-los.
Sob este aspecto, o SteamPunk tem o potencial de ferramenta pedagógica e mesmo o de transportar através do tempo o interesse de quem normalmente se interessa pouco por cultura e história, fazendo com que estes resgatem as raízes da história recente através de uma janela para o Século XIX e para um mundo ficcional que torna lúdica esta viagem.
e) Organizações – O Conselho SteamPunk, a SteamPunk Magazine, o ClockWorker.de e todas as manifestações culturais, seja através de grupos, revistas ou websites acabam por dar forma palpável à esta ficção e resignificar tudo o que vem sendo produzido.
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1.9.10
Transformers + Ferrorama
A nota abaixo foi uma das primeiras deste blog do tempo em que ele deixou de servir apenas para divulgar a minha noveleta homônima:
Retomo o assunto porque ontem o Blog de Brinquedo voltou a lembrar a HQ Hearts of Steel por um motivo mais do que justo e que pode ser resumido na foto a seguir:
Esta maravilha da customização foi criada pelo estúdio Encline Design justamente baseada naquela versão vitoriana dos robôs gigantes. Apesar de não ser um item oficial, e não estar disponível para venda no comércio, a equipe aceita encomendas tanto deste Optimus Prime que vira locomotiva quanto de outros de seus companheiros Autobots ou dos vilões Decepticons. Uma excelente chance de matar saudade tantos daqueles robôs quanto dos velhos ferroramas, não? Fiquem abaixo com mais uma imagem dessa lindeza e para ver mais, clique aqui.
Dá para imaginar Mark Twain e Jules Verne se encontrando nos EUA com versões vitorianas dos Transformers?! Sim, os dois escritores do século XIX e outros vultos históricos da época foram os convidados de uma recente minissérie daqueles robôs multimídia chamada Hearts of Steel. A aventura faz parte de uma linha de histórias que leva o nome de Transformers Evolution, um conceito semelhante ao dos Elseworlds (conhecidos como Túnel do Tempo, no Brasil) da DC Comics, no qual personagens são deslocados no espaço e no tempo.
O atrativo aqui, além dos encontros inusitados de personalidades reais e fictícias, é ter a chance de conferir os robozões se transformando em objetos diferentes dos costumeiros automóveis e jatos de guerra da cronologia oficial. No gibi em questão, como seria de se esperar, as camuflagens adotadas são de locomotivas, dirigíveis e biplanos. O excelente blog do Conselho SteamPunk de São Paulo resenhou essa história em quadrinhos e ainda trouxe um extra: a imagem não aproveitada do líder Decepticon Megatron que iria adotar o visual de um canhão gigante, ao estilo do Columbiad de Verne.
Retomo o assunto porque ontem o Blog de Brinquedo voltou a lembrar a HQ Hearts of Steel por um motivo mais do que justo e que pode ser resumido na foto a seguir:
Esta maravilha da customização foi criada pelo estúdio Encline Design justamente baseada naquela versão vitoriana dos robôs gigantes. Apesar de não ser um item oficial, e não estar disponível para venda no comércio, a equipe aceita encomendas tanto deste Optimus Prime que vira locomotiva quanto de outros de seus companheiros Autobots ou dos vilões Decepticons. Uma excelente chance de matar saudade tantos daqueles robôs quanto dos velhos ferroramas, não? Fiquem abaixo com mais uma imagem dessa lindeza e para ver mais, clique aqui.
31.8.10
Um presente inesperado
Olhem só o que o carteiro me entregou no meio da tarde:
Trata-se do livro de estreia S.M. Peters, declaradamente inspirado e dedicado a um dos favoritos desta casa, Alan Moore. Whitechapel Gods, pelo que pude ler rapidamente hoje, é um autêntico romance steampunk, misturando à realidade vitoriana do bairro onde agiu Jack, o Estripador estranhas entidades, como Mama Engine e Grandfather Clock. O livro chegou até mim graças ao advogado e escritor Marcelo Augusto Galvão, responsável por um blog que faz parte da Malta do Vapor, ali ao lado. E de quem pretendo voltar a falar aqui quando o carteiro me trouxer a coletânea Imaginários 3 - que encomendei na Saraiva no final de julho - onde foi publicado um conto dele (que já li, em 2008, e recomendo). Mas falo mais a respeito quando tiver a obra em mãos. Obrigadão, Galvão!
Trata-se do livro de estreia S.M. Peters, declaradamente inspirado e dedicado a um dos favoritos desta casa, Alan Moore. Whitechapel Gods, pelo que pude ler rapidamente hoje, é um autêntico romance steampunk, misturando à realidade vitoriana do bairro onde agiu Jack, o Estripador estranhas entidades, como Mama Engine e Grandfather Clock. O livro chegou até mim graças ao advogado e escritor Marcelo Augusto Galvão, responsável por um blog que faz parte da Malta do Vapor, ali ao lado. E de quem pretendo voltar a falar aqui quando o carteiro me trouxer a coletânea Imaginários 3 - que encomendei na Saraiva no final de julho - onde foi publicado um conto dele (que já li, em 2008, e recomendo). Mas falo mais a respeito quando tiver a obra em mãos. Obrigadão, Galvão!
FC, não futurismo
Eu tinha comentado a inauguração da Loja Goiás do Conselho Steampunk mas tinha me faltado tempo para acessar o site dela. Felizmente reparei essa falta hoje e pude encontrar lá um artigo de Rafael Camargo que me fez lembrar de uma frase do escritor - inclusive de FC - Braulio Tavares, citada numa reportagem da revista das Livrarias Cultura em 2008: “O objetivo da ficção científica não é prever o futuro, assim como o objetivo da literatura policial não é provar que o crime não compensa”. Bem pertinente para quem aprecia o retrofuturismo.
As famosas cartas de tarô compõem um baralho de 78 cartas e faziam parte de um antigo jogo criado no norte da Itália entre os séculos XV e XVI. Os tarôs passaram a ser utilizados na previsão do futuro a partir do século XVIII. Aparentemente, os tarôs não possuem nenhuma ligação com a ficção científica, porém, não é o que dizem os cientistas…
Em 2001, a revista Galileu publicou uma matéria um tanto curiosa. Tratava-se nada mais nada menos que uma discussão sobre o fim da ficção científica. E explicações foi o que não faltaram aos cientistas, os reais defensores deste pensamento. Segundo estes pesquisadores, a ficção científica está perdendo seu fôlego, pois não é mais possível prever o futuro como se fazia antigamente. Isaac Asimov falava de uma espécie de biblioteca mundial onde todos poderiam contribuir para a formação de seu conteúdo. Asimov acertadamente previu o que hoje conhecemos como Wikipédia. Com o passar dos anos essas previsões foram acabando e de acordo com os cientistas a ficção científica não será mais capaz de prever o futuro. Afinal, um escritor pensa em uma idéia sobre a existência de uma sociedade com tecnologia “X” nos computadores. Em seguida, o autor começar a desenvolver a sua história e personagens e, ao seu término, procura uma editora para avaliar e decidir se publicará sua obra. Até que todo esse processo citado ocorra, os cientistas ao descobrirem a tecnologia “X” existente nos computadores isto chegará em questão de segundos ao público devida a velocidade dos meios de comunicação. O exemplo citado prova nos dias de hoje é impossível a ficção científica prever o futuro. A pergunta que fica é: estaria realmente a ficção científica com seus dias contados? Continua
30.8.10
Convescotes pelo país
Camaradas, virou uma tendência! Estou sabendo de três convescotes vitorianos a serem realizados nos próximos dias em nosso país.
Em Florianópolis, no feriado de 7 de Setembro
Em Curitiba, no dia 10 de outubro
No Rio de Janeiro, no dia 16 de outubro.
Boas festas!
Em Florianópolis, no feriado de 7 de Setembro
Em Curitiba, no dia 10 de outubro
No Rio de Janeiro, no dia 16 de outubro.
Boas festas!
Espaço para o Cyberpunk, também
Se há alguma coisa melhor que ser publicado em um fanzine ao lado de fotos de modelos trajando apenas máscaras de gás esqueceram de me avisar. E é exatamente isso o que aconteceu comigo ao participar da mais recente edição do zine Overclock, sobre música, cybercultura, HQ, fotografia e ficção científica. No número 5 da publicação, divido páginas muita gente boa do cenário brasileiro - e até internacional - do cyberpunk. Minha parte foi uma resenha do romance Cyber Brasiliana de Richard Diegues, um ótimo exemplar nacional do chamado pós-cyber, e a republicação atualizada de meu primeiro conto, "A teoria na prática", narrativa que pode ser classificada como nowpunk. Fábio Fernandes traduz um conto até então inédito em português de Richard Kadrey, "O jardim magnético"; Rodolfo Londero faz o mesmo com uma entrevista ficcional de Bruce Sterling com Raymond Chandler (1889 -1959) e ainda registra uma conversa não-ficcional que teve com Fausto Fawcett. Outro escritor e tradutor, Alexandre Mandarino - que vai ser o responsável pela versão em português de Perdido Street Station - anunciou seu projeto de revista trimestral bilíngue a Hyperpulp (já mandei minha colaboração para ser avaliada).
Ainda em termos de ficção, Dionea Sig Sauer colabora com "Sexus 6", um miniconto classificado como ponopunk, e Max e Edson F. com a HQ "Tour de France". O editor Wandeclayt M. participa com notícias sobre a cena musical, a resenha de Os dias da peste, do já citado Fábio Fernandes, e, claro, as tentadoras fotografias fetichistas de suas musas. Tudo isso pode ser acessado em vários formatos, da leitura on line ao .PDF, pelo blog do zine. Edições anteriores também estão disponíveis, incluindo a número quatro, que também conta com uma resenha minha (e outras fotos de gaúchas usando apenas suas inseparáveis máscaras de gás).
Ainda em termos de ficção, Dionea Sig Sauer colabora com "Sexus 6", um miniconto classificado como ponopunk, e Max e Edson F. com a HQ "Tour de France". O editor Wandeclayt M. participa com notícias sobre a cena musical, a resenha de Os dias da peste, do já citado Fábio Fernandes, e, claro, as tentadoras fotografias fetichistas de suas musas. Tudo isso pode ser acessado em vários formatos, da leitura on line ao .PDF, pelo blog do zine. Edições anteriores também estão disponíveis, incluindo a número quatro, que também conta com uma resenha minha (e outras fotos de gaúchas usando apenas suas inseparáveis máscaras de gás).
29.8.10
Vem Dieselpunk por aí
Este final de semana ocorre em São Paulo a quarta edição da Fantasticon, o maior encontro nacional de escritores e fãs de ficção fantástica. Infelizmente não pude ir à capital paulista para participar do evento, mas graças ao twitter estou me sentindo um pouco mais próximo dos acontecimentos, já que Edgard Refinetti faz uma competente twittagem ao vivo das palestras e mesas-redondas. Graças a ele, fiquei sabendo de duas interessantíssimas declarações de Gerson Lodi-Ribeiro em sua apresntação sobre História Alternativa. O escritor e organizador da coletânea Vaporpunk, que teve seu lançamento oficial hoje, durante aquele encontro, se referiu à noveleta "Cidade Phantástica" e ainda anunciou uma ótima novidade para o próximo ano.
Será 2011 o Ano do Diesel? Quem viver, verá!
Upgrade: Gerson Lodi-Ribeiro escreveu sobre sua participação em dois dos três dias do Fantasticon em seu blog.
Upgrade 2: Ele também avisou que em breve saem as guidelines da coletânea e divulgou, nos comentários do blog, um endereço para baixar a apresentação em PowerPoint que teria feito no encontro, caso não tivesse dado um problema técnico na hora. Fiquei feliz ao constatar que Lodi-Ribeiro registrou minha noveleta "Cidade Phantástica" entre uma das grandes tendências de História Alternativa brasileira: a de Impérios Alternativos.
Meu texto aparece ao lado de "Não Mais", de Carlos Orsi; "Folha Imperial", de Ataíde Tartari; "Primos d'além mar", dele próprio no livro A República nunca existiu!; "A Fazenda-Relógio", de Octavio Aragão; e "O dia da besta", de Eric Novello, estes presentes na recém-lançada Vaporpunk. Estou bem acompanhado, ou não?
EdgardSFp .@fantasticon - Ele acredita que "Cidade Phantástica" de @romeumartins é a história steampunk brasileira com mais características de HA.
EdgardSFp .@fantasticon - Gérson anuncia para 2011 o lançamento de "Dieselpunk - porque o vapor não é sujo o bastante" pela @editoradraco.
Será 2011 o Ano do Diesel? Quem viver, verá!
Upgrade: Gerson Lodi-Ribeiro escreveu sobre sua participação em dois dos três dias do Fantasticon em seu blog.
Upgrade 2: Ele também avisou que em breve saem as guidelines da coletânea e divulgou, nos comentários do blog, um endereço para baixar a apresentação em PowerPoint que teria feito no encontro, caso não tivesse dado um problema técnico na hora. Fiquei feliz ao constatar que Lodi-Ribeiro registrou minha noveleta "Cidade Phantástica" entre uma das grandes tendências de História Alternativa brasileira: a de Impérios Alternativos.
Meu texto aparece ao lado de "Não Mais", de Carlos Orsi; "Folha Imperial", de Ataíde Tartari; "Primos d'além mar", dele próprio no livro A República nunca existiu!; "A Fazenda-Relógio", de Octavio Aragão; e "O dia da besta", de Eric Novello, estes presentes na recém-lançada Vaporpunk. Estou bem acompanhado, ou não?
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